Aí vai o poema pobre e sem forma de quem realmente anda com raiva de poesia:
****
eu não te amo mais
e digo isso com as poucas
letras que me restam
eu não te amo mais
e não sei se ainda
gosto de poesia
eu não te amo mais
cansei de nossos jogos
brincadeiras e planos
eu não te amo mais
não sou capaz de fazê-lo
eu não sou invencível
****
isso não tem nada a ver com o Raul, ok?
(sempre bom avisar)
E hoje vai uma do Laerte, de Natal:
Um comentário:
confesso que há alguns dias rodava seu blog.
e que farto, han? nada como descansar nossa imaginação num blog depois de tantos livros jurídicos, né não?
Postar um comentário