Bom, o fato é que eu adorei o filme. É sempre bom ver o impiedoso Tarantino construindo personagens para depois atirar os melhores ao fogo sem remorsos. Sempre bom ouvir esse tipo esmerado de trilha sonora enquanto a carnificina triunfa na tela. Colocar atrizes bonitas para viver personagens esculachadas também resulta em um bom efeito de humor.
Quem falou mal deste filme mentiu.
Quem falou mal deste filme mentiu.
Também li o segundo livro da Umbrella Academy, o The Umbrella Academy: Dallas. Eu já sabia desde a semana passada que as bancas de Maringá estão turbinadas com livros de quadrinhos estrangeiros lançados no Brasil pela Devir Livraria, mas só pude comprar meu exemplar este sábado.
O roteiro é de Gerard Way (esse cara é vocalista do My Chemical Romance...como vocês podem ver, todo mundo tem um talento, por mais escondido que possa estar) e o ilustrador é Gabriel Bá, vencedor dos prêmios Eisner e Harvey, muito conhecido pelo 10 pãezinhos, trabalho que desenvolve com seu irmão gêmeo, Fábio Moon.
Este sombrio volume, datado de 2008, traz a continuação das desventuras vividas pela descompassada família de super heróis composta por sete crianças com super poderes, adotadas por um alienígena disfarçado, contando ainda com uma mãe robô - construída especialmente para este fim - e pelo chimpanzé Pogo, a única referência de carinho na vida dos pequenos.
Tratando em grande parte da vida adulta dos personagens, o volume traz, entre outas coisas, viagens no tempo, paradoxos temporais, novos personagens insanos e conflitos diversos, sejam estes íntimos, familiares ou internacionais.
É uma satisfação acompanhar a série, cujos super heróis têm poderes inusitados, porém muito práticos em seu contexto.
Saldo do fim de semana: tudo recomendadíssimo.
![]() |
| Hazel e Cha-Cha, meus favoritos. |
![]() |
| Um interessante vilão |
Saldo do fim de semana: tudo recomendadíssimo.






















