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sexta-feira, 6 de maio de 2011

gente que eu vi na rua



Casal em Curitiba


Casal em Montevideo


Close neles


buraco de minhoca

terça-feira, 26 de abril de 2011

Arte de rua


Eu chorei quando vi isso. É verdade.
A única coisa que me incomoda é o artista ter destacado os mesmos pedaços nos três cartazes que aparecem na foto.
Mas isso eu só percebi bem depois. Depois que a cretinice aflorou, como sempre. 

sábado, 5 de março de 2011

Indicação de site

Houve um tempo em que escrever uma carta era um momento de prazer, algo que exigia planejamento, cuidados, capricho...Nessa época, seus ídolos escreviam em papéis de carta maneirinhos, trilegais, como estes aqui: 



Andy Warhol

Bill Haley


Bob Kane


Bruce Lee

Charles Dickens

Charles Schulz

Dik Browne

Freddie Mercury

Jim Davis

Johnny Cash

Madonna

Marlene Dietrich


Estes e outros papéis de carta interessantes no site letterheady!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

os bichos

Uma vez, ouvi minha mãe dizer que fulano de tal dormia como um bicho, sem nem rezar antes.



















terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Quem quer passar além do borrador tem que passar além da dor

Essa máxima é sobre a relação entre garotas e sapatos de salto agulha.


“Toda mulher que seduzir um homem para que ele se case com ela, usando-se de sapatos de salto alto ou outros artifícios (...) será castigada com as penas de bruxaria.” 

Lei promulgada no séc. XV, pelo parlamento inglês.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ano Novo

  Começamos mais um ano e foi aquela coisa de sempre: no dia 31/12, a mídia divulgou com pompas: na Nova Zelândia já é Ano Novo! E transmitiu as festas de lá, é claro! Eu acho bem legal este espírito incansável, mas que tal falar de um ano novo realmente diferente, e não apenas em razão do fuso horário? Não, não estou atrasada para falar disso, porque as pessoas de quem falo comemoram o "Ano Novo" no dia 25 de julho. Acho que nunca há atraso para falar do Tzolkin, o Calendário Sagrado dos Maias.




  O Calendário apresenta 13 luas de 28 dias, fundamenta-se nos ciclos naturais, e, por isso mesmo, é um padrão harmônico de medida do tempo. Para que fosse elaborado, levou-se em conta a média do ciclo lunar sinódico, de 29,5 dias e do ciclo lunar sideral, de 27,33 dias (média de 28 dias). Também se considerou que a lua gira em torno da terra, durante o período de translação (365 dias), 13 vezes, e que, por isso, o período de um ano é dividido, naturalmente em 13 luas de 28 dias. Ademais, os adeptos do Calendário da Paz sempre citam a relação com o ciclo mentrual da mulher, também de 28 dias.

  Se você fez os cálculos, deve ter percebido que estas 13 luas de 28 dias, somadas, correspondem apenas a 364 dias. O dia de "Ano Novo", segundo o Tzolkin, corresponde ao Dia Fora do Tempo, o dia do perdão e a celebração artística da vida e da liberdade. O Dia Fora do Tempo corresponde ao dia 25 de julho no calendário gregoriano porque neste dia a estrela Sírius atinge sua máxima ascensão em relação ao Sol. Também neste dia se sincronizam os ciclos lunar, solar e galático.


  A crença no Tzolkin implica em que esta é uma maneira de medir o tempo do ponto de vista físico, mas também espiritual energético. Cada dia tem uma energia solar correspondente, ou kin, (representada por um selo solar - à esquerda no calendário acima) dentre as 20 energias solares existentes, e uma energia galática entre as 13 existentes (são representadas pelos  tons galáticos, os sinais que se vê acima dos núneros no calendário acima), formando a frequência 13:20 (aspecto espiritual/energético do tempo). As frequências solares e os tons galácticos sao grandes fluxos de energia que envolvem o planeta a cada dia, ajudando no aprendizado de um dos vinte níveis de sabedoria. 
   
  Os mestres maias sincronizadores do tempo, especialistas em calendários, entendiam que o tempo é a 4ª dimensão, radial, indo simultaneamente para todas as direções, num todo com funções de sincronia cada vez mais complexas. A função do calendário de 13 luas, portanto, é de nos sincronizar com o tempo verdadeiro e com a natureza, para uma vida em harmonia, com a consciência do caráter sagrado do que nos rodeia.


  Ainda segundo a crença, para alcançarmos a vida em harmonia, seria preciso nos libertar das deformidades da atual e errônea maneira de se contar o tempo, o calendário com 12 meses irregulares. O calendário de 12 meses foi concebido a partir do círculo de 360 graus, ao qual se acrescentaram 05 para a obtenção dos 365 dias do ano. É um calendário sumério (3113 a. C.), cuja última versão é o calendário gregoriano. Os maias, que atribuíam tão grande importância para o uso do tempo, são a inspiração para a crença de que o uso equivocado do tempo acabou por deformar a percepção humana e conduzir ao estado caótico atual.


  Neste sentido, o mundo vai se tornando mecanizado e artificial, e as pessoas passam a se parecer com máquinas, identificando-se apenas como consumidores. A hora de 60 minutos, por sua vez,  seria a responsável por escravizar as pessoas e atrofiar seu relógio biológico, resultando na frequência 12:60, do materialismo.


  Já o calendário de 13 luas é um calendário lunar-solar perfeito, que exprime o tempo natural, extraído dos ciclos da natureza que ocorrem infinitamente, independentemente da consciência humana disto. Acredita-se que se usado verdadeiramente, e não como uma mera excentricidade, ele expande a mente e a sincroniza com a ordem cósmica, levando à imaginação criativa que proporciona a elevação. 


  No ano de 2012, encerra-se um ciclo de 26.000 anos, e, acredita-se, será o fim deste período de violência e separação que vivemos por meio da reintegração da consciência humana do anel que a Terra descreve em torno do Sol. Esta é a crença maia de que só por meio do auto-conhecimento e do conhecimento do tempo (ambos estão intiamente correlacionados, fundindo-se em uma coisa só) consegue-se manter o planeta em ordem.




AH YUM HUNAB KU EVAN MAYA E MA HO!
(Salve a harmonia da mente e da natureza)

Nina - Dragão Elétrico Vermelho 
(esta é minha assinatura cósmica, meu kin - eu fiz o cálculo na mão quando era mais nova)





segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Livro da Tribo



Olha, gente, saiu o Livro da Tribo 2011. Já achei, no dia 22 de março e no dia 08 de abril, duas poesias lindas do meu pai. Para aqueles que apreciam a leveza e tem inspiração.
Essa é a capa da minha...


buraco de minhoca

domingo, 17 de outubro de 2010

Poema de hoje


Que todo ego
se torne id
Que todo superego
consiga ser herói
e me salve
da mágoa que carrego
por ter feito castelos 
de areia e de lego

                          Daiana Geremias

***


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Hoje é dia de Clarinha!

Uma bem típica da Clara, a quadrinista mais cuticuti que eu visito.
(Clique na tira para vê-la ampliada) 
Aliás...Wagner e Beethoven fecharam sua página.. droga! [ironia] vou escrever LUTO no meu orkut [/ironia].
Hoje estou muito feliz porque é quinta-feira. Ontem eu estava feliz porque já era quarta (e as noites de quarta são lindas por aqui). Enfim, uma pessoa muito simples: quanto mais perto do fim de semana, mais feliz eu fico. depois da semana supimpa que eu tive...

E hoje tem filme!
Não é o tipo de mensagem que eu gosto de deixar aqui, mas é um primor(!). Entre outras peripécias, o poema é de Vinicius de Moraes.
A primeira vez em que eu o assisti foi na telona, no segundo festival de cinema de Maringá, e primeiro no qual fui. Participei das oficinas e conheci pessoas incríveis. Fiquei uma semana praticamente morando no centro de convenções do Aspen Park (dormindo no carpet, maior baixaria!). Bons tempos. O Aspen não chamava Maringá Park. O centro de convenções ainda não havia sido destruído. Foi em 2005, e eu tinha 16 aninhos. Foi uma das melhores semanas da minha vida.

Aí vão as moças!


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

pequeno travesti

É uma graça.
E, embora "Pequeno Travesti" obviamente não fale de transexualidade, a simplicidade dos sentimentos do menino lembrou-me de "Ma vie en rose", um filme lindíssimo (josédiasfeelings).
Sim, são duas obras muito delicadas.
Nós precisamos dessa delicadeza. Uma vez li um texto de uma garota muito instigante que afirmava ser a sociedade atual traumatizada e mal resolvida em relação à sexualidade das crianças. E eu acho que ela tem razão. Aliás, a identidade em geral ainda é um tabu. 

Até.

Mais tiras do Pequeno Travesti? Olhe o blog do Laerte: