
É só isso?
Comer, transar, dormir, acordar?
Esse moto contínuo, qual o sentido?
O porquê?
Não aguento.
Ato contínuo, sem esperança,
sem alento, me atiro no espaço.
Mas, qual o quê.
Sou abatido a risos pelo otimista
que ainda crê.
Laura Esteves
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Esse poema estava na minha agenda, no dia de hoje. Por isso, ei-lo. Minha opinião é diversa, no entanto: para mim, as coisas e os atos têm sentido por si só. Mas é um belo poema.
A ilustração é um trabalho de Laurie Lipton. Ao que conste, intitula-se "The Self Destructive Optmist".
Achei tudo muito propício.
Até mais.
2 comentários:
ótimas considerações finais, acho digno. Apropósito, vc continua atenciosa como sempre, obrigado pelas críticas do blog.
Grato, feliz natal atrasado
Ah velho.
Às vezes é melhor ficar inebriado com esse mundo de coisa. Pensar tirar a estabilidade de quem precisa. Eu realmente não posso parar.
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