Bom...devo dizer as últimas palavras:
- Dal ficou pouco tempo conosco, mas soube mostrar seu valor. Era um peixe muito esperto, e sempre reagia à nossa presença movendo as nadadeiras - e vocês sabem o quanto é difícil um Betta se mover. Confesso que preferiria que tivesse um sepultamento digno, na águal. Mas mesmo no lixo, creio que seus átomos cumprirão sua função de sustentar outras vidas. E nós ainda vamos nos encontrar por aí.
A estante está vazia sem o aquário.
Vou arranjar um Dal II antes que meu irmão volte da praia.
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E hoje, enfim, temos um curta...
Este é especial. Quem não gosta de ouvir uns "causos"? A primeira vez que ouvi a história do corpo seco, foi pela Iuska. É claro que a história dela, brindada pelas aventuras de seu intrépido primo - rapaz que derrotou um corpo seco sozinho! - era bem mais apavorante.
Um comentário:
caraca! nem sabia que o beta pegava alguma doença... sempre achei que os meus tinham morrido de velhice!
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